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Amora não é framboesa
EDUCAÇÃO / SECULAR
O Explorador
Escrito por: Ana Karina em 30 de Maio de 2016

ATIVIDADES SENSORIAIS COM O GELO

 Essa atividade é bem propícia para o verão... 

Escolhemos alguns bichinhos para colocar num pote com água.

Enquanto escolhíamos, verificávamos se cabia o animal, no pote escolhido.

Depois, levamos esse pote ao congelador.

As crianças ficam maravilhadas ao perceber a transformação do estado da água.
Depois que ficou sólido, chegou a hora de explorar! Libertar os bichinhos do gelo!

Deixei alguns instrumentos para o pequeno utilizar no serviço de exploração. E libertar os pobres brinquedos congelados.

À medida que o gelo derrete, quebrá-lo vai ficando cada vez mais fácil.

Li essas dicas sobre “COMO A CRIANÇA APRENDE COM A CAIXA SENSORIAL”no blog http://estimulandomeusfilhos.blogspot.com.br/, da Luciana Teixeira.

a - Ela toma uma atitude ativa no aprendizado, mas ainda assim, o faz de forma tranquila, pois a atividade sensorial acalma e proporciona equilíbrio emocional;

b - O contato com as texturas e a manipulação de objetos como ferramentas cria conexões neurais que irão beneficiá-la futuramente em muitas outras habilidades, como matemática ou escrita;

c - As descobertas são feitas pelas próprias crianças enquanto manipulam e observam. A intervenção do adulto é mínima, mais para instigar com perguntas estratégicas, mas elas estão observando e aprendendo com tudo, e tiram suas próprias conclusões sem que ninguém precise dizer: é assim que acontece. "O gelo vira água!", "O gelo nada! Ele sabe nada e derrete na água quente!" (Vinícius); "Não dá para pegar a água com a peneira, mas o gelo dá" (mamãe nomeando a super descoberta de Rafael);

d - Por não ser um brinquedo pronto, a caixa sensorial estimula a criatividade em alto nível. Neste caso, a criança vê a água se misturando com a tinta e diz: "São fogos de artifício! É o arco-íris!". Os materiais da caixa sensorial, mesmo quando orientados para um tema, podem ser qualquer coisa que a criança quiser. Ali ela inventa histórias, cria objetos novos a partir da interação de outros, interfere constantemente na sua criação para recriá-la, e a brincadeira não tem prazo de validade nem hora para acabar;

e - A linguagem é uma habilidade muito bem estimulada com a caixa sensorial também. Neste vídeo, flagrei o momento em que Rafael (1 ano e 6 meses) nomeia a sensação de frio pela primeira vez. O adulto pode ajudar nesse sentido, instigando a criança a dizer o que está sentindo, e assim, aprendendo a se expressar, conhecendo novas palavras, utilizando outras em contextos diferentes. O adulto deve evitar ser direto, mas sempre conduzir a criança a usar suas próprias palavras. Caso seja perguntado objetivamente, é que deve dar uma resposta objetiva: "O que é isso?" " É uma pinça de plástico.";

f - Quando crianças interagem numa caixa sensorial, a tendência é que elas imitem umas às outras. Isso é ótimo para levar uma criança a descobrir novas habilidades com a outra, de forma natural, espontânea. Um exemplo: Rafael querendo imitar o som que Vinícius faz com os lábios na água.

g - A coordenação motora fina pode e deve ser trabalhada nas caixas sensoriais. Nesta, Rafael aprende a usar o borrifador. 

h - Uma boa caixa sensorial, na minha opinião, é aquela que envolve todos os sentidos. As crianças estão atentas a tudo: aos sons da água, seu aspecto visual, seu gosto, sua sensação tátil, seu cheiro, e até aos sentimentos que ela desperta. Procure oferecer elementos para serem explorados com os sentidos e sentimentos para enriquecer atividades desse tipo.

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Ana Karina

Ana Karina D’Ambrosio Paganini
Diretora executiva do Blog Amora não é framboesa

Graduação: Pedagoga - UFES/ 2001
Pós-Graduação: Supervisora escolar - UCAM/ 2002
Especialização: Corretora de Seguros -Todos os ramos / SUSEP 2015
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